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Conselhos de Viagem

10 diferenças entre um cruzeiro e o turismo de rua

10 diferenças entre um cruzeiro e o turismo de rua
Agosto 08
09:43 2016

Na verdade, a experiência ‘cruzeiro’ é bem distinta do turismo de rua, já que, apesar de tudo, se passam uns quantos de dias, consoante o pacote, num hotel flutuante onde não falta nada: actuações ao vivo, restauração, piscina, spa, bar aberto…

Se estão a pensar tomar-lhe o gosto a este tipo de viagens é melhor que saibam em que é que se vão transformar…Se já conhecem as lides irão certamente identificar-se com estas mudanças. Bem, não entrem em pânico: uma vez em terra firme regressarão à normalidade.

1. Relax absoluto. É abrir a porta do camarote para que o stress do trabalho e as preocupações familiares se desvaneçam instantaneamente. Quem pode resistir a ter vistas para o mar durante uma semana? Guardem o relógio e deixem-se levar pela sensação de férias que não tardará a fazer efeito

2. Do mapa da cidade para o mapa do barco. Hoje em dia os cruzeiros são uma espécie de cidade flutuante onde há de tudo para todos. É aconselhável procurar referências para identificar correctamente onde se encontra a vossa habitação e assim poderem começar a movimentar-se pelo convés e interiores sem perder a orientação. Temos conhecimento que houve colegas na nossa redacção que tiveram que solicitar auxílio para encontrar o caminho de volta para o seu alojamento…

vacaciones cruceros

3. Do pequeno-almoço com bolachas do pacote a deter-se uma hora no buffet matinal. Sabemos que a primeira refeição do dia é muito importante, mas lembrem-se que não é a única e que os bolos não esgotam facilmente, ok? Além do mais, não venham de lá a reclamar dos quilos a mais pois no Mediterrâneo o pão, os chocolates e os doces também engordam, certo?

4. Toda a paciência do mundo esperando a vossa vez. Se quando viajam por vossa conta se negam, na maior parte das vezes, a esperar na fila para comer num restaurante – “com a quantidade de sítios que há”, exclamarão – , agora compete-vos ser pacientes para conseguir mesa num dos restaurantes espalhados pelo navio.

5. Onde foi parar a vontade de percorrer cada recanto de cada cidade para onde tenham ido no passado? Quando sobem a bordo de um cruzeiro sabem que nas escalas têm apenas cinco ou seis horas para ver o mais importante de uma cidade e aceitá-lo como tal. No fim das contas acabam por se comportar como qualquer turista com que se cruzam num qualquer dia que deambula sem rumo…

6. “Civitavecchia? Já conheço Roma por isso prefiro ficar no barco. “ A verdade é que o barco em si já é uma atracção. Acontece o mesmo nas viagens ao Caribe: chegas a pensar até que ponto compensa “sacrificar” um dia de “tudo incluído” e de “trabalhos forçados” da maca para a piscina e da piscina ao restaurante para ir passar calor – ou frio – para ver à pressão, e a correr muito, a cidade onde o navio atraca.

viajar en crucero

7. Nunca a vossa mala esteve tão cheia de roupa. É conveniente levar roupas confortáveis para as excursões, fatos de banho para os mergulhos e roupa e acessórios de desporto, no caso de apetecer ir ao ginásio, independentemente de não ter posto lá os pés todo o inverno. Não esquecer indumentária adequada – entenda-se roupa de gala – para os jantares a bordo.

8. Viajar com crianças deixa de estar na categoria de “desporto radical”. Tendo em conta as mil e uma actividades que há para as crianças, dão-se conta que estiveram anos a perder tempo: para viajar em família nada como ir de cruzeiro.

9. Tornar-se na pessoa mais sociável do mundo. Passa-se tanto tempo – e tão tranquilamente – na piscina, nas macas e nos bares e restaurantes do barco que afinal acabam por cruzar-se com gente com quem fazem amizade. Isto vale sobretudo para aqueles que diziam que nunca o fariam e que criticavam os amigos que regressavam da Riviera Maya ou de Punta Cana com vários contactos novos na agenda…

vacaciones crucero

10. A nostalgia dura semanas. Se antes a depressão pós-férias era uma questão de dias, agora a nostalgia toma conta do vosso ser e cada entardecer lembrará como era bonito o pôr do sol a bordo desse gigante dos mares.


© Artigo traduzido por Miguel Albuquerque.

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Sobre o Autor

María Sanchez

María Sanchez

Viajera, que no turista; periodista y bloguera, que no redactora. Porque no es lo mismo ser que estar, SOY comunicadora por vocación. Licenciada en Periodismo, con amplia experiencia en medios de comunicación y redes sociales, mi gran pasión es descubrir Mundo. La mejor forma de recordar un viaje, contándolo. Puedes encontrarme en la blogosfera y en las redes sociales. Bon voyage!

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