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Conselhos de Viagem

5 Experiências para deixar de ser “turista”… e camuflar-se como um “local”

5 Experiências para deixar de ser “turista”… e camuflar-se como um “local”
Junho 30
08:30 2015
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As pessoas viajam para lugares distantes para observar, fascinados, o tipo de pessoas que ignoram em casa.” Este aforismo do filósofo, e escritor, austro-húngaro David Dagobert Runes diz muito do que vos queremos sugerir numa das vossas futuras escapadelas: conhecer os destinos que venham a visitar como se fossem parte deles, deixando para trás a nossa nacionalidade mergulhando na vida dessa “nova” realidade.

Na maioria das vezes vamos de férias com a lição bem estudada: que monumentos há que visitar, de onde se pode assistir aos melhores pores do sol, quais os restaurantes mais conhecidos e os pratos mais típicos, onde estão as praças mais movimentadas e populares … Se pararmos para olhar à nossa volta, por hipótese, num lugar tão conhecido como a Fonte de Trevi, em Roma, ou a Porta de Brandenburgo, em Berlim, poderemos comprovar que, muito provavelmente, 99% das pessoas que nos rodeiam são turistas, como nós, todos clones uns dos outros. Câmera pendurada ao pescoço, um guia de viagem na mão e um olhar tão perdido como a nota de 10 euros que lhe caiu de bolso e que ainda não se deu conta. Ah! Mas o momento “selfie” não pode faltar!

Neste post vamos dar uma espécie de “receita” para que mudem a pele e deixem de ser meros espectadores da realidade para se tornarem actores, para que se deixem imergir na vida quotidiana que há em todos e cada um dos recantos do mundo. Damos início à transformação?

Transporte público. Há muitas maneiras de deslocar-se por uma cidade sendo que são bastante conhecidos os autocarros turísticos que passam pelos principais pontos de interesse. O melhor mesmo é deixar-nos de roteiros e actividades organizadas e apanhar o transporte público. Se houver metro, o transporte subterrâneo é uma das melhores maneiras de conhecer quem vive realmente aí. O autocarro, o eléctrico, táxi…Não há melhor “álbum de imagens” de uma localidade que aquele que vos poder oferecer o passeio num destes meios de transporte.

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Fazer a ‘compra’ num mercado de bairro. Mercados como o Grande Bazar de Istambul, o mercado de rua de Madrid ou, o de Camden em Londres estão entre as “paragens obrigatórias” nestes destinos. Ainda que não se possa ignorar o facto de que são super frequentados por Turcos, Madrilenos e Londrinos, respectivamente, nada melhor do que explorar as praças comerciais e bazares menos conhecidos e mais castiços. Ideias? “Les Marchés Brocantes”, que são mercados de rua parisienses com artigos de segunda mão, sem data, nem local fixo; o nosso conhecido “Feira da Ladra” no Campo de Santa Clara, em Lisboa, com artigos vintage e de ocasião; ou o mercado Havel, na Cidade Velha de Praga, onde se vendem frutas, legumes, flores, objectos de cerâmica, artigos de couro e vestuário.

Gastronomia típica – e caseira – do lugar. Hoje em dia contamos com muitas fontes de informação para encontrar os melhores restaurantes para comer. No entanto, se há algo que costuma trazer bons resultados, no que à gastronomia local diga respeito, é perguntar no hotel, aos funcionários, ou em lojas por onde se venha a passar, aos moradores da cidade onde estamos, recomendações para comer. Normalmente vão dar-vos referências de sítios com boa relação qualidade-preço, em que nos servem pratos típicos da zona mas, acima de tudo, bem confeccionados.

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A periferia, um universo fascinante. Neste post não queremos dizer-vos para evitar os locais mais concorridos nem a visita aos edifícios, monumentos e sítios que tornaram uma cidade famosa. Gostávamos sim, de convidar-vos a ir mais além. Apanhem o metro até aos subúrbios que não estão nos circuitos turísticos “oficiais”, mas onde podem descobrir recantos fascinantes e, sobretudo, a essência do lugar.

Uma boa conversa e novas amizades. Este último ponto pode ser posto em prática em cada um dos passos anteriores. A ideia é conversar com as gentes que vivem aqui, jovens e mais velhos, pois neles está a alma dum destino, duma cidade, dum país. Viajar não é mais que abrir os olhos ao mundo e aprender com outras culturas, é um jogo de enriquecimento mútuo de que todos saímos beneficiados.

Boa viagem, amigos! Agora já so falta escolherem um dos muitos voos baratos que a Rumbo tem!

© Artigo traduzido por  Miguel Albuquerque.

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Sobre o Autor

María Sanchez

María Sanchez

Viajera, que no turista; periodista y bloguera, que no redactora. Porque no es lo mismo ser que estar, SOY comunicadora por vocación. Licenciada en Periodismo, con amplia experiencia en medios de comunicación y redes sociales, mi gran pasión es descubrir Mundo. La mejor forma de recordar un viaje, contándolo. Puedes encontrarme en la blogosfera y en las redes sociales. Bon voyage!

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