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O que ver

Islândia: o Triângulo Dourado

Islândia: o Triângulo Dourado
Outubro 17
08:12 2016

A Islândia tem vindo a afirmar-se como um destino turístico de topo entre os viajantes europeus e, claro, portugueses. Pela sua natureza é quase impossível de visitar sem o aluguer de um carro, e uma vez na posse da viatura é comum o visitante partir para uma viagem em redor da ilha.

Mas, e se não tiver tempo ou orçamento para isso? Ou se antes de iniciar a grande aventura desejar ter uma breve introdução às maravilhas da Islândia? É para estes casos que o chamado “Triângulo Dourado” é de grande ajuda.

O que é o Triângulo Dourado?

O Triângulo Dourado é uma rota circular de algumas centenas de quilómetros, com partida e final na capital, Reykjavik, que se faz facilmente num só dia.

Este percurso tem algumas vantagens evidentes: é excelente para quem não tem muito tempo mas mesmo assim quer ter um “cheirinho” da Islândia. No fundo é um resumo, assim como uma dose de “grelhada mista”. Pode ser feita com facilidade num só dia mas, claro, o visitante pode também decidir pernoitar algures a meio do trajecto.

Por outro lado, pode optar por visitar os principais lugares do Triângulo Dourado numa tour organizada. Existem diversas ofertas para este passeio.

Note que existem algumas variantes, não se trata de uma rota fixa. Por isso, dependendo do mapa ou do guia que usar, poderão existir algumas diferenças. Mas os pontos altos, esses sim, são comuns…

Paragem #1 – O Parque Nacional de Þingvellir

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Esta é a ancestral capital islandesa, o ponto de convergência dos membros da comunidade, em tempos onde comparecer aos dias de reunião da população implicava jornadas de dias ou mesmo semanas. Aqui se juntava o parlamento das gentes que habitavam na Islândia, com os primeiros encontros a datarem do ano 930 e a estenderem-se até 1798.

Os amantes da geologia gostarão de saber que neste local se encontram as placas tectónicas da América do Norte e da Euroásia. Mas para quem não é dado a estas coisas, há muito mais para ver.

Para além dos vestígios das cerimónias medievais, a natureza neste simpático vale é exuberante. As profundas fendas preenchidas com água cristalina são impressionantes, e pode-se passear ao longo de um pequeno canyon, com as montanhas nevadas como pano de fundo.

O parque, de entrada gratuita, encontra-se bem equipado com material de apoio: existem áreas de picnic, passadiços de madeira e imensos painéis explicativos que ensinam tudo sobre a importância do local e como tudo se passava nos tempos em que o Parlamento aqui se reunia.

Paragem #2 – Geysir, a mãe de todos os géisers

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O termo geyser designa  uma nascente de água termal que expele periodicamente uma coluna de água em direcção ao céu, devido à pressão gerada no subsolo. E foi criado aqui, na Islândia. O géiser Geysir inspirou a designação deste fenómeno na maioria das línguas ocidentais, e por sua vez adquiriu o seu nome como variação do verbo islandês gjósa, que significa “jorrar”.

Na Islândia este fenómeno é comum e pode ser observado em diversos locais, mas este é o mais famoso, quer pela curiosidade do nome quer pela potência do jacto de água, que pode chegar aos 20 metros, e explode em intervalos irregulares entre os cinco e os dez minutos. Note-se que o Geysir deixou de expelir água depois de ter sido bloqueado pelos movimentos decorrentes de um tremor de terra, mas na mesma área existe agora o Strokkur.

Para além do géiser principal, podem ser observadas no recinto outras manifestações de actividade geotermal.  Especialmente impressionantes são as cortinas de fumos de enxofre, que em determinados pontos envolvem por completo os visitantes.

Paragem #3 – Quedas de Água de Gulfoss

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Gulfoss é uma das principais atracções turísticas da Islândia e felizmente encontra-se no Triângulo Dourado, sendo de fácil acesso. Será difícil descrever por palavras a majestosidade destas quedas de água, que se ouvem a uma distância considerável, enchendo o ar de humidade.

A água despenha-se de de dois níveis, sendo que o mais elevado tem uma altura de vinte e dois metros. Por vezes, mesmo na Primavera, uma boa parte de água envolvente encontra-se congelada, com formações verticais de gelo fabulosas.

Para além da plataforma principal de observação existem diversos pontos onde se chega com total segurança e que oferecem perspectivas diferentes das quedas de água.

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Sobre o Autor

Ricardo Ribeiro

Ricardo Ribeiro

Ricardo Ribeiro: Nasceu e cresceu em Lisboa. Foi para o Algarve. Licenciou-se em História, andou dez anos com os galões dourados da Armada, até que mandou as rotinas à fava e passou a fazer websites. Agora está aqui, pronto para partilhar o que viu no Planeta. Lê, vê cinema, anda de moto 4, faz Geocaching e é Couchsurfer.

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