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Conselhos de Viagem

Mais vale prevenir…que ficar em terra! Documentos e formalidades na hora de viajar.

Mais vale prevenir…que ficar em terra! Documentos e formalidades na hora de viajar.
Maio 28
10:30 2015
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Ainda me lembro do balde de água gelada que caiu inteirinho sobre mim quando, ao efectuar o check-in da minha bagagem no voo para Londres, ouvi: “A sua documentação está caducada”. Como?! Não pode ser… Mas eu tinha tudo preparado… Tudo, Maria?! Pois, sim…quase tudo. Quantos de nós já não cometeram o erro crasso de, planear na perfeição um destino de férias, elaborar ou comprar um guia para saber o que visitar, preparar criteriosamente a bagagem, para depois se esquecer das formalidades a respeitar antes de embarcar no avião. Damos por garantido que está tudo OK e de repente…ficamos em terra.

Na redacção da Rumbo.pt estivemos a partilhar experiências e tenho-vos a dizer que houve “infortúnios” que se repetiram, vejam lá! Foi por essa razão que preparámos esta check-list para que não tenham de passar por apuros e possam desfrutar – efectivamente – de umas férias estupendas com tudo em ordem.

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  1. Bilhete de Identidade (Cartão de Cidadão). Tem um período de validade máximo de cinco anos e isso faz com que nos esqueçamos que há que renová-lo. Uma vez tomada a decisão de viajar lembrem-se de confirmar com “olhos de ver” quando é que expira para não apanhar sustos desnecessários.
  2. Passaporte. Neste caso, a validade é de 5 anos, o que dá ainda maior margem para que percamos a noção de que o tempo…também passa a voar! Se vais para fora da União Europeia (há outros países para os quais podemos viajar só com BI (CC) *) certifica-te que está em ordem.
  3. Carta de condução. Se tens em mente alugar um carro, não te esqueças de obter a Licença Internacional de Condução, necessária para conduzir temporariamente em países fora da União Europeia. É válido por um ano e deve ser solicitada com (bastante) antecedência.
  4. Vistos para entrada em determinados destinos. Há um número apreciável de regiões do planeta que exigem aos viajantes não nacionais a solicitação de autorização prévia para entrar no país. Estados Unidos, China, Austrália, Seychelles, Rússia…Verifica se esse é o caso do lugar para onde te diriges, uma vez que em alguns casos podem levar mais tempo que o esperado para processá-lo.
  5. Seguro de saúde. Uma pessoa nunca pensa que vai ficar doente quando vai de férias. Tudo parece pacífico quando estamos em território familiar. No entanto, nunca se sabe, especialmente no caso de viagens de aventura ou quando rumamos a territórios de alguma maneira ‘tumultuosos’. Há seguros muito económicos e, apesar de que nunca os venhamos a accionar, quem sabe se não acabamos por agradecer aos céus o facto de ter desembolsado uma certa maquia para o efeito. Dentro da União Europeia o Cartão Europeu de Seguro de Doença poderá valer-vos mas fora das suas fronteiras…só a boa vontade e/ou um cartão de crédito com plafond elevado…
  6. Vacinas obrigatórias e outras “recomendadas”. Há destinos que podemos considerar como de “risco”, em que são indispensáveis determinadas vacinas. Uma das mais solicitadas é a da febre-amarela. Existem hoje mais de 120 países que exigem um certificado internacional de vacinação contra esta doença infecciosa. E este é apenas um exemplo, OK? Deves manter-te bem informado para que estes trâmites não representem um obstáculo ou um perigo para as tuas férias. Informa-te sobre a “Consulta do Viajante”, proporcionado pelo Sistema Nacional de Saúde, e sobre o posto de atendimento mais próximo.
  7. Seguro de viagem. Altamente recomendado, na verdade. De acordo com a modalidade que contratemos, podem ressarcir-nos nos casos de: voos e/ou transferes perdidos, roubo, danos e extravio de bagagem, responsabilidade civil, etc..
  8. Cartão de embarque. Determinadas companhias aéreas já exigem que nos façamos acompanhar da nossa “boarding pass” impressa para não ter de passar pelo balcão e somar uns quantos euros ao orçamento da viagem. Assim funcionam por exemplo a Ryanair e a EasyJet. É uma prática comum nas low cost, mas como estas costumam alterar, quando lhes dá na real gana, as suas “condições de aceitação”, recomendamos que, uma vez adquirido o voo ou pacote, leiam bem com atenção todas as condições.
  9. Tráfego de dados e chamadas em roaming. É verdade que não devemos considerar isto nenhuma tragédia, mas a maioria de nós gosta de usar o smartphone nas férias – principalmente quando temos acesso a ligações wireless em locais públicos ou no hotel. Consulta as condições da tua operadora e o que tens de fazer para ter conexão à internet no estrangeiro sem ter nenhuma surpresa desagradável no regresso.

* Andorra, Bósnia e Herzegovina, Croácia, Geórgia, Islândia, Liechtenstein, Mónaco, Montenegro, Noruega, San Marino, Sérvia,Suíça e Vaticano.

© Artigo traduzido por  Miguel Albuquerque.

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Sobre o Autor

María Sanchez

María Sanchez

Viajera, que no turista; periodista y bloguera, que no redactora. Porque no es lo mismo ser que estar, SOY comunicadora por vocación. Licenciada en Periodismo, con amplia experiencia en medios de comunicación y redes sociales, mi gran pasión es descubrir Mundo. La mejor forma de recordar un viaje, contándolo. Puedes encontrarme en la blogosfera y en las redes sociales. Bon voyage!

1 Comentário

  1. Tiago
    Tiago Maio 28, 17:07

    A validade do passaporte actualmente é 5 anos.

    Responder a este comentário

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