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O que ver em Sintra, a vila portuguesa dos contos de fada

O que ver em Sintra, a vila portuguesa dos contos de fada
Maio 13
09:58 2014

Se há alguma vila em Portugal que não deve deixar de conhecer, essa vila é Sintra. É um ponto de passagem obrigatório para todos aqueles que visitam Lisboa e dispõem de tempo suficiente para conhecer também os arredores da capital. Muitas vezes chamada de cidade de contos de fadas, Sintra está repleta dos mais fabulosos palácios, que parecem saídos directamente de livros de fantasia, imensos parques naturais, bosques e florestas com vegetação exuberante e exótica. Sintra é um sítio que fará as delícias tanto de miúdos como de graúdos!

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E se vai passar um fim-de-semana a Sintra, não se esqueça de passar pela nossa página de hotéis baratos em Sintra para escolher o hotel que melhor se adeque às suas necessidades.

Devido à sua paisagem fantástica, a região de Sintra foi escolhida como Património Mundial da UNESCO.

Desde os edifícios mais imponentes até às estruturas mais caprichosas, Sintra prova como o desenvolvimento feito pelo homem também pode realçar a beleza da natureza. Os antigos palácios da aldeia e os enormes castelos belamente trazidas jardins de vegetação local e exótico – tornando este lugar verdadeiramente mágico e imperdível.

Sem dúvida uma vila 100% recomendada pela Rumbo!

CASTELO DOS MOUROS

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Serpenteando por um dos cumes da serra, ergue-se o Castelo dos Mouros. Do alto das suas muralhas tem-se uma vista privilegiada de toda a sua envolvência rural que se estende até ao oceano Atlântico. Foi conquistado em 1147 pelo rei D. Afonso Henriques e mandado restaurar por D. Fernando II em 1839.

Dentro do castelo destaca-se uma cisterna de grande capacidade que remonta ao período islâmico. No seu interior abobadado brota a nascente que abastecia o Palácio Nacional de Sintra. O Castelo dos Mouros e a cisterna encontram-se classificados como Monumento Nacional.

PALÁCIO NACIONAL DA PENA

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O excêntrico Palácio da Pena é um dos ex-líbris da paisagem de Sintra. Representa uma das principais expressões do Romantismo arquitectónico do século XIX no mundo, constituindo-se o primeiro palácio nesse estilo na Europa e sendo considerado uma das obras-primas arquitectónicas mais originais de Portugal. A fusão de estilos Gótico, Manuelino, Mourisco e Indiano é intencional, na medida em que a mentalidade romântica do século XIX dedicava um fascínio invulgar ao exotismo.

Está classificado como Património da Humanidade da UNESCO, e foi mandado construir pelo rei D. Fernando II e pela rainha D. Maria com o propósito de criar um retiro idílico para a realeza.

CHALÉ DA CONDESSA DE EDLA

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O chalé foi mandado construir entre 1864 e 1869, por D. Fernando II e sua segunda esposa, Elise Hensler, Condessa de Edla, numa área de oito hectares a oeste do Parque da Pena. Concebido como um refúgio de lazer, foi edificado segundo o modelo dos Chalés Alpinos, então em voga na Europa, e atendendo às origens da própria Condessa.

PALÁCIO NACIONAL DE SINTRA

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O Palácio Nacional de Sintra, também conhecido como Palácio da Vila, encontra-se no centro histórico, perto do Tivoli Sintra Hotel. Trata-se de um monumento impressionante, conhecido por ser o único palácio real do país, e apresenta características de arquitectura medieval, gótica, manuelina, renascentista e romântica. As características mais notórias deste monumento são as duas altas chaminés cónicas – um verdadeiro ponto de referência na vila de Sintra

O Palácio foi utilizado pela Família Real Portuguesa praticamente até ao final da Monarquia, em 1910, e nos últimos anos do regime monárquico foi a residência de verão da rainha-mãe D. Maria Pia, a última habitante régia do Paço da Vila de Sintra.

QUINTA DA REGALEIRA

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O Palácio da Regaleira é o edifício principal e o nome mais comum da Quinta da Regaleira. Também é designado Palácio do Monteiro dos Milhões, denominação esta associada à alcunha do seu primeiro proprietário, António Augusto Carvalho Monteiro.

Este belo parque, localizado no coração de Sintra e classificado como Património Mundial da UNESCO, foi mandado construir pelo milionário português António Augusto Carvalho Monteiro no início do século XX. Carvalho Monteiro tinha o desejo de construir um espaço grandioso, em que vivesse rodeado de todos os símbolos que espelhassem os seus interesses e ideologias. Conservador, monárquico e cristão gnóstico, quis ressuscitar o passado mais glorioso de Portugal, daí a predominância do estilo neomanuelino com a sua ligação aos descobrimentos. A diversidade da quinta da Regaleira é enriquecida com simbolismo de temas esotéricos relacionados com a alquimia, Maçonaria, Templários e Rosa-cruz.

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O Poço Iniciático, é uma galeria subterrânea com uma escadaria em espiral, sustentada por colunas esculpidas, por onde se desce até ao fundo. A escadaria é constituída por nove patamares separados por lanços de 15 degraus cada um, invocando referências à Divina Comédia de Dante e que podem representar os 9 círculos do inferno, do paraíso, ou do purgatório. No fundo do poço está embutida em mármore, uma rosa-dos-ventos sobre uma cruz templária, que é o emblema heráldico de Carvalho Monteiro e, simultaneamente, indicativo da Ordem Rosa-cruz. O poço diz-se iniciático porque se acredita que era usado em rituais de iniciação à maçonaria e a explicação do simbolismo dos mesmos nove patamares diz-se que poderá ser encontrada na obra Conceito Rosacruz do Cosmos.

PALÁCIO DE MONSERRATE

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O Palácio de Monserrate é um palácio inserido no Parque de Monserrate projectado pelo arquitecto James Knowles e construído em 1858, por ordem de Sir Francis Cook, visconde de Monserrate. Este palácio que foi a residência de Verão da família Cook, foi construído sobre as ruínas da mansão neo-gótica edificada pelo comerciante inglês Gerard de Visme, que possuiu a concessão da importação do pau-brasil em Portugal e foi o responsável pelo primeiro palácio de Monserrate.

CONVENTO DOS CAPUCHOS

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De acordo com a lenda, durante uma caçada na serra de Sintra, quando em perseguição a um veado, o 4º vice-rei da Índia, D. João de Castro, ter-se-á perdido vindo a adormecer de cansaço debaixo de um penedo. Em sonho, ter-lhe-á sido revelada então a necessidade de se erigir um templo cristão naquele local.

Vindo a falecer mais tarde (1548), sem que tivesse tido oportunidade de cumprir essa obrigação, transmitiu-a ao filho. Desse modo, um convento da Ordem dos Frades Menores foi fundado em 1560 por D. Álvaro de Castro.

PALÁCIO REAL DE QUELUZ

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O Palácio Nacional de Queluz é um palácio do século XVIII, um dos últimos grandes edifícios em estilo rococó erguidos na Europa. O palácio foi construído como um recanto de verão para D. Pedro de Bragança, que viria a ser mais tarde marido e rei consorte de sua sobrinha, a rainha D. Maria I de Portugal.

Após o incêndio que atingiu o Palácio da Ajuda em 1794, o Palácio de Queluz tornou-se a residência oficial do príncipe regente português, o futuro D. João VI, e de sua família. Permaneceu assim até a fuga da família real para o Brasil em 1807, devido à invasão francesa em Portugal.

CABO DA ROCA

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O Cabo da Roca é o ponto mais ocidental de Portugal continental, assim como da Europa continental, sendo também o ponto da Europa Continental mais próximo aos Estados Unidos. Situa-se na freguesia de Colares, concelho de Sintra e distrito de Lisboa.

Luís Vaz de Camões descreveu-o como o local “Onde a terra se acaba e o mar começa” (in Os Lusíadas, Canto III). Um padrão em pedra com uma lápide assinalam esta particularidade geográfica a todos quanto visitam este local.

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Sobre o Autor

Susana Almeida

Susana Almeida

Antiga estudante de tradução e a trabalhar na Rumbo desde Julho de 2013, já fiz de tudo um pouco... Analista SEO, Community Manager, Content Creator, Copywriter, Traductora e outros trabalhos que façam falta, ainda tenho tempo para ter dois blogs próprios http://falardeviagens.com e http://desbravandomadrid.com e uma página de bijuteria feita com materiais reciclados. Amante das viagens, das línguas estrangeiras e das culturas diferentes da minha, aproveito o meu trabalho para conhecer um pouco mais do mundo sem sair de casa!

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