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Conselhos de Viagem

Guia básico para viajar numa low-cost sem sair muito caro

Guia básico para viajar numa low-cost sem sair muito caro
Outubro 23
07:00 2015
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20Voo de ida e volta para Londres por 49 euros? Uma fuga de fim-de-semana a Paris por 150 euros? Bilhetes de avião para Lisboa a 20 euros? Certamente que mais do que uma vez já terão visto alguma publicidade anunciando “a alto e a bom som” (ou em letras garrafais) promoções para voar a preços difíceis de acreditar. Pois bem, em Rumbo.pt – se dúvidas houvesse – confirmamos que sim, que é tudo verdade, que é possível passar alguns dias em destinos europeus, sem ter que abrir muito os cordões à bolsa. No entanto, para que estas viagens “low cost não vos saiam caras – pode parecer um contra-senso, mas acontece com maior frequência que aquela que se possa imaginar – há que cumprir escrupulosamente as seguintes exigências impostas pelas companhias aéreas low-cost. Lembrem-se do ditado… Quem te avisa, teu amigo é!

1. Comprar o bilhete. Muito cuidado com o “desde” que geralmente aparece em letras miúdas em anúncios publicados pelas próprias companhias. Em rumbo.pt podem ver o preço do bilhete desde o início sendo que há apenas que adicionar os custos de processamento. Entrem no nosso motor de busca de voos baratos e poderão comprovar como apresentamos todos os detalhes da reserva para não proporcionar surpresas desagradáveis.

2. Evitar a necessidade de facturar a bagagem. As low-cost baseiam o seu modelo de negócio na contenção de custos para poder oferecer preços mais competitivos. Isso inclui a redução da carga que transportam para diminuir os gastos com combustível. Daí que, normalmente, ao reservar um lugar num voo, só tenham direito a levar convosco bagagem de mão. Se quiserem viajar com malas de maiores dimensões será necessário pagar uma sobretaxa por volume que pode mesmo chegar a duplicar o preço inicial do bilhete (em alguns casos cobram até 60 euros por cada). Com isto em mente, é melhor adaptarem-se bem às medidas e ao peso permitidos, que podem variar, dependendo da companhia. Como exemplo, a Ryanair só admite a bordo bagagem de dimensões 55x40x20 centímetros e peso não superior a 10 kg.

facturar a bagagem

3. Fazer o ‘check-in’ online. Essas escapadelas em low-cost supõem que, como vimos anteriormente, não se envie qualquer bagagem para o porão, tornando mais fácil efectuar o check-in através da Internet, sem ter que passar pelos balcões dos aeroportos. Note-se que este é um requisito incontornável se não quiserem gastar mais que a conta nem pelo que já foi pago pelo bilhete. Actualmente, as empresas de baixo custo exigem que os passageiros venham já com o cartão de embarque impresso. Caso contrário, podem começar a abrir a carteira…

4. Transfers desde, e até, aeroportos secundários. Outro dos factores que permite a estas companhias oferecer viagens a preços tão económicos é o facto de operarem em aeroportos secundários, muitas vezes afastados do centro da cidade para a qual nos dirigimos. Uma vez no destino, escolham bem que meios de transporte é que vão utilizar como transfers. Normalmente apanhar um táxi vai implicar um custo que vai fazer subir o preço da viagem low cost até ao das companhias aéreas mais importantes (e caras), senão mesmo superá-lo. Regra geral aparecem associados serviços de autocarros e, nalguns casos, até linhas de comboio que nos levam confortável e rapidamente até o centro da cidade. Para não serem apanhados em contrapé, vão com a lição estudada de casa, informando-se dos horários, empresas que operam nesse aeroporto e custo dos bilhetes.

aeroportos secundarios

5. Acesso preferencial e sem filas de espera…pré-pago. Uma das coisas que mais stress costuma causar entre os turistas é ter de “secar” em filas de espera para embarcar. Pois bem. Ainda não vai há muitos anos que a EasyJet ‘inventou’ o Speedy Boarding. Por uma módica quantia, entre 10 e 15 euros, podem estar entre os primeiros a subir a bordo. Esta prática tem sido adoptada por outras companhias aéreas como a Ryanair e o seu priority boarding. É verdade que não se tem de pagar muito mas isso vai, necessariamente, inflacionar o preço final do bilhete. Pode ser recomendável para os casos em que se viaja com crianças ou idosos, mas geralmente a estes, já lhes é dada uma certa preferência e tratamento especial.

© Artigo traduzido por Miguel Albuquerque.

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Sobre o Autor

María Sanchez

María Sanchez

Viajera, que no turista; periodista y bloguera, que no redactora. Porque no es lo mismo ser que estar, SOY comunicadora por vocación. Licenciada en Periodismo, con amplia experiencia en medios de comunicación y redes sociales, mi gran pasión es descubrir Mundo. La mejor forma de recordar un viaje, contándolo. Puedes encontrarme en la blogosfera y en las redes sociales. Bon voyage!

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