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Conselhos de Viagem

Vistos e Taxas de Saída e Entrada na América Central

Vistos e Taxas de Saída e Entrada na América Central
Março 14
07:19 2016

Existe uma rota, bem clara, que leva viajantes a percorrer uma série de países da América Central. Trata-se de uma viagem muito interessante, quer pela riqueza cultural e natural da região, quer pela proximidade das suas diversas nações e pela facilidade de movimentação.

Alguns percorrem todos os sete países da região – Panamá, Costa Rica, Nicarágua, Honduras, Guatemala e El Salvador – enquanto outros se aventuram mais longe, penetrando no México. Claro que diversas combinações são possíveis, para aqueles que não dispõem do tempo ou do orçamento para uma viagem mais prolongada.

Com este artigo pretendemos clarificar as despesas de fronteira em cada um destes países, ou seja, custos com vistos, taxas de entrada e de saída. Para encontrar hotéis baratos em qualquer um destes destinos, visite o site da Rumbo.

Panamá

Não necessita de visto e uma autorização de permanência de 180 dias será oferecida ao visitante com um passaporte português. Tão pouco será necessário pagar taxas para sair ou entrar do país, apesar de se registarem – em algumas fronteiras terrestres – situações nas quais agentes pouco honestos tentaram cobrar valores, relativamente pequenos, aos viajantes.

Note que para entrar no Panamá poderá ser-lhe pedido que mostre prova de bilhete de regresso e mesmo de fundos financeiros suficientes para viajar no país.

Costa Rica

Arenal Volcano at Sunrise in Costa Rica, as the sun reflects on the newly formed clouds

À entrada não tem que pagar nada. Basta o passaporte e será autorizado a permanecer durante três meses. Existe uma longa lista de exigências legais para a entrada ser autorizada, mas a sua implementação fica entregue à decisão do agente fronteiriço. Será necessário indicar onde vai ficar, apresentar bilhete de saída da Costa Rica e dinheiro suficiente (USD 10 por dia). Para viajantes europeus estas exigências raramente são colocadas em prática.

Para sair do país é necessário pagar uma taxa, que tem vindo a aumentar tão rapidamente que poderá já estar desactualizada quando ler estas linhas, mas a última informação fala de USD7. Este valor tem de ser pago antecipadamente. Existem lojas e bancos autorizados para receberem a quantia. É uma taxa que se aplica às fronteiras terrestres.

Honduras

Mais uma vez, apesar de não ser preciso um visto, é necessário pagar uma taxa de entrada de USD3. Só isso. E depois à saída não há nenhuma despesa adicional.

Nicaragua

Catedral de Granada, Nicaragua

Catedral de Granada, Nicaragua

Para entrar na Nicarágua é necessário pagar USD12. Se vier da Costa Rica poderá pagar na moeda daquele país, Colones. Poderá ser cobrado um dólar adicional como taxa de inspencção aduaneira. Já para sair é preciso pagar USD2.

Quanto à permanência da estadia, há um detalhe: os 90 dias que serão anotados no passaporte não se aplicam apenas à Nicarágua mas ao espaço compreendido por um conjunto de países que têm um acordo de livre circulação: Honduras, Guatemala, El Salvador e, claro, a própria Nicarágua.

El Salvador

O país com regras mais simples da América Central: basta o passaporte, sem mais papelada nem necessidade de pagar nada. Serviços fronteiriços profissionais e sem truques para os turistas mais incautos. Note que em El Savador não lhe carimbarão o passaporte. É normal. É o único país deste grupo onde tal sucede. Em todos os outros deverá certificar-se de que o seu passaporte foi carimbado, quer à entrada quer à saída.

Guatemala

Ruinas Maias em Tikal, guatemala

Ruinas Maias em Tikal, guatemala

Tal como em El Salvador não há lugar a qualquer pagamento, quer à entrada quer à saída. Mas existem relatos de tentativas de burla por parte de guardas mais desonestos. Recuse-se a pagar qualquer valor… ou pague, se não quiser complicar a viagem.

Belize

O único país de língua inglesa deste grupo. Para entrar não é necessário visto ou qualquer pagamento. Mas à saída será preciso pagar USD 15 mais um valor extra de USD3,75 para comparticipação nas despesas de preservação das áreas naturais protegidas. Se partir por via aérea é muito provável que esta taxa esteja incluída no bilhete. As taxas podem ser pagas em moeda local ou em Dólares Americanos.

As fronteiras da região são geralmente muito fáceis de cruzar, com períodos de espera reduzidos e pessoal honesto, simpático e profissional. Ajuda bastante falar-se espanhol básico.

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Sobre o Autor

Ricardo Ribeiro

Ricardo Ribeiro

Ricardo Ribeiro: Nasceu e cresceu em Lisboa. Foi para o Algarve. Licenciou-se em História, andou dez anos com os galões dourados da Armada, até que mandou as rotinas à fava e passou a fazer websites. Agora está aqui, pronto para partilhar o que viu no Planeta. Lê, vê cinema, anda de moto 4, faz Geocaching e é Couchsurfer.

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